domingo, 6 de setembro de 2020

Histórias sem nexo 12. Sílfide

Olavo d'Eça Leal, sem título, 1931
Serena, Sílvia sentou-se. De súbito, a saia subiu. Seda ou cetim? Sem o saber, saltou do assento e saiu para o sacrifício do sol. Da sombra, sussurraram: Sílvia, Sílvia. Silêncio. Seria a Sílvia? Seria a Sara, a Selma, a Silvana, a Sofia, a Susana? Só uma sinuosa e singela sílfide.

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