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| László Meitner, Inverno em Paris (Gulbenkian) |
Abro o corpo para o sol da manhã,
um cântico na combustão do silêncio.
Os Reis voltaram para o Oriente
iluminados pelo carmesim da Lua.
No crocitar do calendário, os dias crescem,
a Terra ecoa no húmus do universo.
Janeiro de 2026

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