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| Joaquín Torres García, La fuente de la juventud, 1906 |
Não é de uma juventude eterna que a fonte é simbolo, mas do próprio poder da juventude, através da renovação das gerações, ser fonte de novas e infinitas possibilidades, de mundos que, no sonambulismo do presente, não temos o poder de descortinar. A água que sai dessa fonte é tumultuosa, mas os dias dar-lhe-ão a serenidade que a natureza das coisas sempre traz.

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