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| Georges Balagny, Coucher de Soleil, 1894 |
Na
hora em que o Sol se põe, de velas desfraldadas, os pequenos barcos adormecem
sobre as águas, embalados por um suave ondular trazido pelo vento, fascinados pelo murmúrio anunciador da noite. Tudo se aquieta sob o governo inflexível da necessidade, se a luz se esconde e o oceano
se entrega à dança sem nome da escuridão.









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