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| Ovidio Murguía de Castro, Invierno |
Esqueço os dias nas artérias da memória
e abro o corpo à melancolia da luz.
Os pobres esperam a bem-aventurança
na cintilação da árvore plantada à beira-rio.
A neblina desce dos céus e deixa um rasto
de água nas ervas do caminho, no chão das ruas.
Fevereiro de 2025

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