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| Julia Margaret Cameron, Enid, 1874 |
A noiva, presa na brancura do vestido, abre lentamente o roupeiro. Não procura uma peça de vestuário que lhe falte, tão pouco pretende mudar de roupa. Encontrou ali o abrigo, onde se esconderá antes que, no altar, o casamento seja declarado e ela deixe de ser noiva e passe a ser outra coisa que não quer imaginar.

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