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| Oskar Kokoschka, Amantes con gato, 1917 |
Entre os amantes, o amor cedeu ao cansaço, e na luz do hábito o desejo ensombreceu. Então veio o gato, e cada amante passou a amar o talento do felino. E o amor ao animal era tanto que o cansaço e o hábito foram esquecidos. Não era a velha paixão, mas um amor comum que transbordava para o império dos seus corpos.






