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| Miguel Flávio, A cidade ao pôr-do-sol, 1967 (Gulbenkian) |
O corpo solicita-me a erva das ruas
e o saibro ígneo do entardecer.
A parábola dos vinhateiros abre um tonel
de sangue no caminho da inocência.
O mundo respira sob o saibro das ervas
o vinho da morte e o vítreo vento das glicínias.
Março de 2026





























