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| William George Oppenheim, The Loophole of Retreat, 1894 |
A espuma crua da manhã.
O vidro leve
das horas.
Um mundo chega
na luz
do céu, no
sulco da sombra.
Novembro ergue
as asas,
pequena ave de
lume,
pequeno
pássaro esquivo,
fulgor no fogo
das tílias.
Tranquilo,
desço no vidro
das horas,
ergo um mundo
de espuma, sulco
de luz.
Novembro canta
em mim,
silêncio de
ave perdida
no húmus claro
das ruas.
Novembro de
2026




























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