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| Joaquín Mir, Dia de vent |
O fogo suspende-se nos céus, inunda as nuvens e deixa cair, no silêncio da montanha, flocos feitos de pétalas de rosa e flores de jacarandá. Então, o vento toma conta da dádiva e, soprando com a energia de um incêndio, distribui a luz sobre o rochedo das encostas e o verde dos planaltos, para que plantas e animais sintam, no ardor do lume, a promessa de vida.

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