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| Gustave Guillaumet, El Sahara, 1867 |
O bezerro de Samaria é vento semeado,
espera-o as tempestades
de Verão.
Entre a infância da
cidade cresceu o deserto,
as ruínas soçobram ao
peso das areias.
Não me consola a água do
oceano:
Afasto o olhar, perco-me
na linha do horizonte.
Julho de 2026



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