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| Lyonel Feininger, Blue Coast, 1944 |
Talvez apenas uma ciência infusa nos permita ver, no temerário encontro entre o azul do mar e o azul dos céus, o sentido que se esconde atrás do biombo da realidade. Não o sinal da indistinção que ameaça cada coisa, mas mas o signo da identidade que as une e, ao mesmo tempo, lhes dá o fulgor febril da diferença.

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