quarta-feira, 10 de junho de 2026

Ecos da Primavera 11

Ludwig David, Canal Bei Delft, 1902

Onde repousa a taça com o vinho da memória

está a herança sem fim dos dias alegres,

as noites esculpidas na pedra da eternidade.

 

Observo o jardim no solfejo da Primavera,

colho as últimas rosas da melancolia.

 

O universo expande-se para fora de si,

deixando um rasto de estrelas,

para cobrir os céus com a cintilação da luz.

 

Junho de 2026

Sem comentários:

Enviar um comentário

Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.