![]() |
| Chaim Soutine, Fig Trees, 1920-21 |
As genealogias perdem-se na cruz do tempo,
mas imaculada é a que
traz a eternidade no ventre.
Os figos do Verão
chegam como um sonho
sonhado no universo crepuscular
da memória.
Recebo a dádiva
daquilo que sem nome passa,
destilo a alegria no
alambique do instante.
Setembro de 2026

Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.